quinta-feira, 12 de junho de 2014

É assim, o amor

No passado domingo, chegou uma "encomenda" muito importante de Portugal: o meu amor (sim, hoje vou ser lamechas). Depois de lhe ter dito que não o ia buscar o Paris (foi uma actuação muito difícil da minha parte, mas correu bem, consegui vestir a pele da personagem), lá me levantei eu da cama às 7 da manhã para me pôr a caminho do aeroporto e, debaixo duns abafados 30 e tal graus lá andei eu por Paris fora. Cheguei a Orly meia hora antes do voo aterrar e pus-me mesmo à frente da porta, qual miúda histérica à espera dos One Direction ou de coisa que o valha. Mal o avistei, não aguentei mais e comecei a acenar, o que não era preciso porque ele já me tinha visto e desfez-se num sorriso de orelha a orelha. Eu derreti ali mesmo. Senti-me como quando era criança e esperava ansiosamente por poder abrir as prendas na noite da véspera de Natal. Foram 4 dias que passaram a voar. Quatro dias espectaculares, mas aquele espectacular que até mete nojo a quem está de fora. Foram 4 dias que deixaram muitas, muitas saudades, mas que reafirmaram um amor que não esmorece a cada dia que passa, nem a cada mês, nem a cada ano. Daqui a precisamente um mês, sou eu que vou estar a chegar a Portugal. As saudades são mais que muitas. 

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