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domingo, 19 de agosto de 2018

Sofia em Viagem | Sardenha

As férias na Sardenha parece que já foram há uma vida inteira (passaram-se quase 2 meses), mas só agora decidi vir aqui partilhar um bocadinho das ditas convosco. 

O que dizer da Sardenha? Água transparente onde se pode tomar banho sem os ossos começarem a doer (quem já tomou banho no mar do norte de Portugal sabe bem do que estou a falar), areia branca, paisagens lindas e, sendo Itália, a comida é excelente. Nós estivemos na parte norte da ilha, na zona da famosa Costa Esmeralda.

Houve algumas coisas de que não gostámos tanto... a ilha é grande, por isso, para se conseguir ver alguma coisa, ainda se fazem bastantes km de carro (já agora, aluguem carro, porque é essencial), o estacionamento para as praias é quase sempre pago (e bem pago), os areais de algumas das praias são muito pequenos e algumas são de bastante difícil acesso. Chegou a acontecer fazermos uma caminhada de quase meia hora pelo meio do monte para irmos a uma praia, supostamente lindíssima, para chegarmos lá e darmos de cara com um areal do tamanho duma azeitona, onde estariam umas 20/30 pessoas e não cabia lá mais ninguém, o que foi uma grande desilusão. Tirámos uma fotografia (porque realmente era lindo) e viemos embora. Em compensação, no último dia fomos a Cala Brandinchi e pensámos que tínhamos descoberto o paraíso na terra. O mar era transparente, super calmo (já estive em piscinas mais agitadas) e era daquelas praias onde se pode avançar mar adentro que se tem sempre pé. 

Moral da história: gostámos muito das férias, Sardenha é lindo e recomendamos, mas os dois somos de opinião de que se for para repetir um local de férias no futuro, mais depressa repetiremos Menorca que Sardenha, especialmente com uma criança. Sim, porque agora temos de pensar nisso, já não vamos ser só nós os dois por muito mais tempo!

Bem, chega de conversa, deixo-vos as fotos!




















domingo, 4 de fevereiro de 2018

5 Coisas para Fazer em Paris

Fevereiro chegou e, com ele, chega também a ansiedade associada ao dia mais piroso-e-cutxi-cutxi do ano: o dia dos namorados.

Cá em casa somos duas almas simples, que não ligamos bolha a este dia, mas eu sei que muitos de vocês gostam de celebrar o dia de São Valentim e sei, também, que há muita gente que programa fins-de-semana românticos. Ora, quem diz fim-de-semana romântico, diz Paris, daí ter decidido trazer-vos este post hoje (isso e falta de outras ideias).

Sendo assim, e porque sou vossa amiga, vou deixar-vos aqui uma pequena lista de coisas giras para fazerem em Paris, seja num fim-de-semana romântico ou noutra altura qualquer:


1 - Almoçar na Place du Tertre 




Para mim, a Place du Tertre é uma paragem obrigatória em qualquer visita a Paris. É a 2 minutos do Sacré-Coeur, por isso, costumo planear uma visita à basílica de manhã, seguida dum almoço nesta praça. Não faltam lá restaurantes, para todos os gostos e todos os preços e é um lugar super simpático, cheio de vida e animação e os pintores no meio da praça criam um ambiente especial e muito bonito. Cuidado com as fotografias, porque eles não gostam que se tirem fotos aos quadros, alguns dos quais são autênticas obras de arte (e caríssimos, vão reparar também).

2 - Uma visita à "Maison Georges Larnicol"





Ao saírem na estação de metro de "Anvers", para irem visitar o Sacré-Coeur (que devem visitar, não só pela basílica, mas também pela vista que se tem sobre Paris), vão ter de subir a pé a Rue de Steinkerque, uma rua cheia de gente e cheia de lojas de souvenirs. No meio dessas lojas de souvenirs, vão encontrar a Maison Georges Larnicol e aconselho a que entrem. Não só vão encontrar toda uma imensidão de chocolates, macarons, caramelos, enfim, de tudo e para todos os gostos, como vão poder ver esculturas de chocolate dignas de estarem num museu. Pessoalmente, acho a escultura da Catedral de Notre-Dame impressionante. E sim, também há uma Torre Eiffel de chocolate.

3 - Parar no Trocadéro para tirar a foto da praxe


Esta não é, propriamente, uma paragem obrigatória, mas é daqui que vão ter uma das melhores vistas para a Torre Eiffel e conseguir tirar a mítica fotografia a tocar na ponta da mesma. Pequena dica: se não quiserem perder tempo a testar distâncias e poses e a tentar uma fotografia onde não apareçam vocês e mais uma dúzia de pessoas que não conhecem de lado nenhum, podem atravessar a rua para irem para o meio da rotunda, onde há uma estátua mesmo de frente para a Torre Eiffel. Aí não tem que enganar, podem tirar as fotos que quiserem e muito mais à vontade, porque não costuma ter ninguém.

4 - Atravessar a Ponte Alexandre III



Paris não é das minhas cidades preferidas, mas tem alguns sítios que adoro e um deles é esta ponte. Seja de dia ou de noite, aconselho a que a atravessem a pé, porque não só a ponte em si é lindíssima e quase nos faz pensar que viajámos no tempo, como vão ter uma vista espectacular para o Sena e para a Torre Eiffel.

5 - Ver o espectáculo de luzes da Torre Eiffel


Todas as noites, a partir de uma certa hora (têm de pesquisar, porque a hora a que começa varia com a altura do ano), a Torre Eiffel é iluminada durante alguns minutos e é um espectáculo lindo de se ver. Se não se lembrarem de pesquisar, nada temam. Costuma ser a uma hora certa (tipo 21h ou 22h), repetem algumas vezes durante a noite e, basicamente, quando virem os turistas todos de câmara em riste a apontar para a Torre Eiffel é porque está para começar.


Bem, espero que gostem e que vos sirva de alguma coisa, se estiverem a planear uma visita a Paris num futuro próximo. Posto isto, bom domingo a todos!







quarta-feira, 26 de abril de 2017

Sofia em viagem | Paris - dias 1 e 2

Como o prometido é devido, aqui ficam as fotos do meu fim-de-semana de Páscoa, que foi passado em Paris, com a minha mãe e a minha irmã. Um fim-de-semana não é, nem de longe, suficiente para ficar a conhecer Paris, mas já deu para ver bastantes coisas (à custa de muitos e muitos quilómetros nas pernas, obviamente). Deixo aqui as fotos e um pequeno roteiro dos dois primeiros dias e o resto virá num próximo post, para isto não ficar demasiado cansativo.

Ora bem, a ideia para o primeiro dia era começar pelo Sacré-Coeur. Aconselho quem quiser lá ir a sair na paragem de metro de Anvers e a seguir as setas para o Sacré-Coeur. Pelo caminho vão passar por uma chocolateria fantástica, onde podem comprar chocolates e caramelos deliciosos (também há macarons e gelados, mas nunca os provei) e vão poder ver esculturas de chocolate que vos vão deixar de queixo caído: desde a Catedral de Notre-Dame ao Arco do Triunfo e à Torre Eiffel, são verdadeiras obras de arte. Chegados ao Sacré-Coeur, têm duas opções para subir: o funicular ou as escadas. Nós escolhemos as escadas. Custa, mas vale a pena. O Sacré-Coeur, além de imponente, oferece uma vista linda para Paris. Não muito longe, fica a Praça dos Artistas, ou Place du Tertre, onde podem ver imensos artistas de rua (sobretudo, pintores) e onde não faltam restaurantes. Fizemos aqui a nossa primeira pausa para almoçar uns crepes.

Torre Eiffel de chocolate

O Sacré-Coeur, lá em cima




Artista de rua na Place du Tertre

Pintor de rua (cada um destes quadros custa uma pequena fortuna)

Depois do almoço e de termos deixado as pernas recuperar um bocadinho, voltámos a apanhar o metro. Desta vez, o destino era o Arco do Triunfo, que vale sempre a pena ver. Percorremos toda a Avenida dos Campos Elísios a pé (parámos na Jeff de Bruges para um gelado - para mim, esta paragem é obrigatória) e depois continuámos a pé até à Torre Eiffel (podem apanhar o metro, porque ainda é uma caminhada bem jeitosa). A vantagem de ir a pé é que se visitam imensas coisas pelo caminho. Não tinha planeado subir à Torre Eiffel: para comprar os bilhetes pela net, tem que ser com bastante antecedência e é preciso saber o dia e a hora a que se vai fazer a visita e, chegados à Torre Eiffel sem bilhete comprado antecipadamente, as filas para as bilheteiras são quilométricas. A minha ideia era ir só ver a Torre Eiffel e seguir para o Trocadéro, para a minha irmã tirar a famosa foto a tocar no cimo da Torre Eiffel, e ficar à espera das 21 horas, para vermos as luzinhas na Torre. Pois, só que não foi isso que aconteceu. A minha irmã quis subir e não fomos capazes de dizer que não, pelo que ficámos mais de duas horas na fila (e não, não é força de expressão, foram mesmo mais de duas horas), de pé, ao frio (têm estado autênticos dias de inverno por aqui), mas... vale a pena? Vale. Quando descemos, ainda vimos as luzes que foram ligadas às 22h (é de hora a hora, a partir das 21h) e depois fomos para o hotel, que estávamos exaustas e no dia a seguir íamos para a Disney.
O Arco do Triunfo, em todo o seu esplendor. Pessoalmente, gosto mais da Cartier ali do lado direito.

LIDO de Paris



Grand Palais

Petit Palais

A chegar à Ponte Alexandre III, que é só uma obra de arte em forma de ponte






Vista do segundo andar da Torre Eiffel

A Torre já iluminada (o espectáculo das luzes dura 10 minutos e é muito bonito)
No domingo de manhã acordámos com a sensação de que tínhamos sido atropeladas por um tractor, sensação que desapareceu assim que nos lembrámos que era dia de Disney. Não vos vou deixar milhares de fotos da Disney, porque já fiz 2 posts bastante extensivos sobre o assunto (que podem ver aqui e aqui) e porque desta vez o dia era para a minha irmã. Já agora, uma pequena dica: se estão a planear um dia no parque desde a hora de abertura até à hora de fecho, comam bem, levem água (ou comprem lá, mas é mais cara) e preparem as pernas.