E quem bate palmas está exausto (clap, clap!), está exausto (clap, clap!), está exaustoooo!
Pois, é isto, gente, estou exausta, daí esta minha introdução espectacular. Gostaram? Óptimo.
Quinta-feira de manhã vou entrar no avião com destino a Portugal e não vejo a hora de aterrar em território lusitano, mas até lá ainda me restam dias muito intensos pela frente. Trabalho, trabalho, trabalho... fazer a mala, fazer as últimas compras de Natal (como chego no dia 24, tenho que levar tudo daqui)... as minhas enxaquecas voltaram a atacar e em grande, só tenho vontade de estar no escuro, de olhos fechados, a sentir o latejar da minha pulsação dentro da cabeça (não porque isso me agrade, mas porque é o que me acontece). Brufen, como eu gosto de ti.
Adiante.
O meu calendário do advento da Kinder está quase no fim e, a cada chocolate que como, fico mais ansiosa porque é menos um dia que falta para ir embora (e para ser diabética). Estou mesmo com muita vontade de ir para casa. Às vezes dou por mim a pensar que já não sei o que é a minha casa. Que nunca soube. Decididamente, não é Troyes. Não deixo de ver esta cidade como um lugar onde estou de passagem. Uma passagem que já dura há quase dois anos mas, ainda assim, uma passagem. Não sei para onde irei a seguir, mas para Portugal também não vai ser, quase de certeza, porque não há nada lá para mim, exceptuando o bacalhau e as rabanadas que vou enfardar daqui a uns dias. E pão-de-ló. E queijo da serra. Já sinto o colesterol a entupir-me as artérias e ainda nem comecei a comer. Em Janeiro o ginásio cá estará à minha espera! Por agora, o que me espera é o meu país. O meu país que, apesar de em alguns momentos chegar a acreditar no contrário, continua a ser a minha casa.















