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domingo, 28 de fevereiro de 2016

domingo, 14 de fevereiro de 2016

O que é bom...

... acaba depressa. E assim foi com a minha semaninha de férias em Portugal. Foi boa e acabou depressa.

Nos primeiros dias andei a fazer uma terapia de sono. Consegui dormir 9/10 horas por noite e ainda fazia sesta a meio da tarde. Para quem não me conhece, o facto de eu dormir de tarde é caso para sair na capa do Correio da Manhã (até porque seria o único jornal a interessar-se numa coisa destas), porque eu não consigo dormir o suficiente nem durante a noite, quanto mais em pleno dia. Mas estava exausta e a precisar (e soube-me pela vida, minha gente). Fui passar uns dias à Figueira da Foz e o resto do tempo passei-o no Porto. Estive com a minha família, estive com alguns amigos e comi o suficiente para um mês inteiro. Tenho a impressão de que todas as pessoas com quem eu estive me tentaram enfiar comida pela goela abaixo (o que me incomodou imenso, como devem imaginar). Ah, importante referir que ainda tive tempo de ver o Porto a ganhar ao Benfica o que, mesmo sendo eu uma pessoa que não liga puto a futebol, me deixou contente.

Levei a minha máquina fotográfica comigo porque de cada vez que faço uma viagem partilho as fotos convosco e nunca partilhei aqui fotos do Porto nem do que faço quando lá estou. Mas o S. Pedro resolveu pregar-me uma partida e o tempo esteve uma bela merda porcaria toda a semana, com vendavais e chuva que não parava, pelo que a reportagem fotográfica vai ter que ficar para a próxima. Mas nada temam, meus amigos! A próxima é já daqui a 3 semanas. 

E pronto, cá estou eu em Troyes, de volta à minha miniatura de casa. Esta semana vai estar um frio glaciar (sempre a somar pontos, S. Pedro, estás cá dentro!) e eu tenho muito trabalho pela frente (e voltei doente). Mas vai passar rápido, vamos ter fé. 

E por aí, tiveram todos uma boa semana?




sábado, 9 de janeiro de 2016

"Quando voltar é um erro"

O título está entre aspas porque é uma frase que li algures (mas não me lembro onde) e que fez todo o sentido para mim. 

Quase 2 anos depois de ter emigrado, começo a ouvir muitas vezes coisas como "e porque é que não voltas?", "de certeza que arranjavas qualquer coisa aqui" e, a minha preferida, "o dinheiro não é tudo".

Não, o dinheiro não é tudo. Precisamente por não ser tudo, se eu fizer uma lista de todas as razões pelas quais emigrei, "dinheiro" vai aparecer em último. Felizmente, o que ganhava em Portugal já dava para ser independente e fazer a minha vida, ao contrário do que poderão dizer muitos dos meus colegas, mas precisamente por dinheiro não ser tudo, isso não chegou para me fazer ficar. Eu queria ter um horário de trabalho decente, queria ter fins-de-semana ou umas folgas de vez em quando, queria ter direito a tirar férias (direito que eu tinha, em teoria, mas do qual nunca me foi permitido gozar. Não tive um único dia de férias durante os anos que trabalhei em Portugal). Queria estabilidade. Queria saber o que era poder andar relaxada, sem medo que o meu patrão acordasse mal disposto ou precisasse do meu posto para algum "afilhado" e me mandasse para o olho da rua. Queria saber que, mesmo que fosse para o desemprego, ia ter direito a alguma coisa (que não tinha). Queria mais respeito, também.

E assim decidi fazer as malas e vir embora. Se, no início, ponderei muitas vezes largar tudo e voltar, agora fico contente por não o ter feito. Agora já sei qual é a sensação de ser respeitada no meu local de trabalho. Agora sei o que é ter um horário concebido para meros mortais, como eu, e não para uma qualquer espécie com super poderes que consegue viver a trabalhar incessantemente. Agora tenho férias. Agora faço viagens. Agora tenho (verdadeiramente) estabilidade financeira. Agora sei que voltar para Portugal ia ser o derradeiro suicídio profissional. Não é uma hipótese que esteja completamente posta de parte, mas está adiada. Não quero voltar. Não quero voltar para o país em que só tinha deveres e não tinha direitos. "Mas podias estar com a tua família", também ouço muitas vezes. Nos meus últimos meses a viver em Portugal, não trabalhei na cidade de onde sou e posso dizer que, apesar de estar à distância de 1 hora e meia de carro, a minha família me via menos do que me vê agora que estou em França.

É com alguma surpresa que vejo as pessoas que em tempos me encorajaram a emigrar, a dizerem-me agora que devia voltar. "Porque quem é que te vai ajudar com os filhos?". Errrr... quais filhos? Sabes de alguma coisa que eu não saiba? E quem é que me ia ajudar em Portugal? Os meus pais ainda têm muitos anos de trabalho pela frente e eu não ia ter possibilidades nem tempo para ter filhos. 

Não tenho arrependimentos da minha decisão de vir embora. Foi a melhor coisa que podia ter feito por mim. Não estou a planear ficar aqui para sempre, não sei o que o futuro me reserva, mas sei que o meu futuro próximo não passa por Portugal. Por isso, deixem-me estar tranquila onde estou. Cada um faz as suas escolhas. Há quem escolha ficar e seja feliz (e ainda bem!). Eu escolhi sair. E agora escolho não voltar. Pelo menos, não agora.







domingo, 20 de dezembro de 2015

Desafio Magia do Natal na Blogosfera

Estava eu para aqui, feliz e contente no meu sofá, com uma caneca de chá e músicas de Natal a tocar (Michael Bublé e músicas de Natal, a match made in heaven) quando encontrei este desafio de Natal, que achei muito engraçado (e encontrei-o neste blogue). Portanto, hoje tenho (algum!) tempo livre em mãos, decidi responder.


1. Imagina que o Pai Natal existia e que eras tu. Qual era a primeira coisa que farias enquanto senhor de barbas brancas?

Mudava a fábrica dos brinquedos para as Bahamas. O frio não é a minha cena.

2. Se pudesses fazer parte de um filme de Natal, qual seria e porquê?

The Holiday. Porque é um filme feliz e descomplicado, tal como todas as coisas que eu aprecio na vida.

3. Qual foi o presente mais inesperado que já recebeste no Natal?

Acho que nunca tive um presente assim tão inesperado.

4. O teu gosto pelo Natal tem vindo a aumentar ou a diminuir ao longo dos anos? Porquê?

Acho que se tem mantido. Claro que quando somos pequenos é sempre outra coisa. Mas continua a ter muito significado, especialmente agora que estou fora do país e, depois de já ter sido obrigada a passar aqui um Natal, é uma época em que sabe especialmente bem voltar a casa.

5. Qual o doce de Natal do qual não gostas nada?

Aletria. Peçam-me para fazer um triplo mortal à retaguarda numa corda bamba a 50m do chão... mas não me peçam para comer aletria.

6. O que diferencia o teu Natal do das outras famílias?

A minha família, que é só a família mais disfuncional de que há registo. Mas já fiz as pazes com isso and I wouldn't want it any other way.

7. Quando constituíres família, como gostavas de passar o Natal com eles? Mudavas alguma coisa na forma de passar o Natal  ou manterias os costumes a que foste habituado(a)?

"Quando constituir família" é uma coisa que ainda está perdida algures, num futuro longínquo... mas provavelmente não, não mudava, até porque a opção de mudar implicaria passar o Natal sozinha com os meus filhos em casa e não há pachorra para isso, Natal é festa e é família, mesmo com todas as complicações que esta última possa trazer.

8. O que mais anseias durante o resto do ano pela altura do Natal?

Voltar a casa. O pinheiro. As luzes. Roupa velha. As rabanadas da minha avó.

9. O que não pode faltar no teu quarto na época natalícia?

O mesmo que no resto do ano, não levo o tema das decorações natalícias muito a sério.

10. Quem é que convidarias para passar o Natal  de 2015 ao teu lado?

Hmm... o meu namorado? A minha família? Os meus amigos? Felizmente, tenho a sorte de não precisar de convidar ninguém, eles vão estar lá todos.



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Amesterdão #1 (e um bocadinho de Paris)

E cá estou eu outra vez! De volta do meu fim-de-semana prolongado na Holanda... Sexta à noite lá fui eu para Paris, onde me encontrei com o meu namorado, para sábado de manhã apanharmos o comboio para Amesterdão. O comboio para Paris cheirava tão mal que, por momentos, pensei em ir a pé, mas depois decidi enfiar o nariz no cachecol e aguentar. Em Paris, ficámos num hotel perto da Gare de l'Est onde um dos funcionários simpatizou connosco e nos mudou para o quarto executivo, com vista para a Torre Eiffel e para o Sacré Coeur. Lucky us!

Torre Eiffel by night

Sacré Coeur (lá ao fundo)

Gare de l'Est. Um dos locais onde passo mais tempo em Paris

Sacré Coeur

E mais Torre Eiffel, ali, algures no meio do nevoeiro
Sábado de manhã caminhámos para a Gare du Nord, onde íamos apanhar o comboio para Amesterdão. Ainda são mais de 3 horas de viagem mas, felizmente, os comboios são bastante confortáveis (e ninguém cheirava mal). Chegámos a Amesterdão à hora de almoço e, pouco depois, começou a chover a cântaros... foi um dia em que não conseguimos aproveitar grande coisa. O tempo continuou ranhoso nos outros dias, mas não tivemos mais chuva, ámen! Não estava à espera que o clima por lá fosse fantástico e, apesar de achar que aqui em Troyes está mais frio, achei extremamente desagradável toda aquela humidade... mas, bem, como já disse, não estava à espera doutra coisa.
Vista do quarto do hotel em Amesterdão


A árvore de Natal do Magna Plaza

A Estação Central de Amesterdão... foi dos edifícios mais bonitos que vi, fiquei apaixonada e tenho milhares de fotos ,que depois hei-de partilhar

Pormenor do Palácio Real

Pronto, por hoje ficam só mesmo com um cheirinho da minha viagem, porque estou exausta e sem capacidade para grandes textos. Mas prometo que até ao fim da semana partilho mais um bocadinho!





terça-feira, 24 de novembro de 2015

Pedaços de fim-de-semana #8

Sabe-me sempre bem recordar o fim-de-semana. 

Esta semana sabe-me ainda melhor, porque devia estar de folga terça e quarta e, na realidade, vou estar no congresso. Como se o congresso já não fosse suficientemente cansativo, foi por esta altura que, há um ano atrás, me roubaram a carteira no metro de Paris. Vamos pensar positivo: este ano há tanta polícia em Paris, que não me parece que os carteiristas consigam ter muita sorte. Vamos pensar negativo: há tanta polícia porque anda gente à solta que gosta de se explodir. Adiante.

Neste fim-de-semana, o frio chegou em força. As temperaturas negativas voltaram e eu já não vivo sem o aquecimento ligado. Toda uma tristeza. É o pior desta cidade: ou está muito frio, ou muito calor, ou muita chuva, ou muito vento, ou uma combinação de múltiplas destas variantes. No sábado, a única coisa que fiz, além de trabalhar de manhã, foi ir ao supermercado e, a seguir, enfiei-me em casa.



Almoço: massa com salmão, camarão, molho de coco e lima

Chazinho para aquecer depois das compras

Chá e bolachas de arroz com chocolate negro

Sábado sentia-me exausta, por isso tentei deitar-me cedo. No entanto, as estrelas não deviam estar alinhadas a meu favor (nem do meu sono) porque foi uma noite de insónia terrível, que resultou numa dor de cabeça gigantesca no domingo de manhã. Qual a melhor maneira de curar uma dor de cabeça ao domingo de manhã que uma caneca de leite com chocolate? Um brufen, poderão vocês dizer. E se não disserem, digo eu, até porque foi o que tomei. Mas, também houve espaço para o leitinho com chocolate, que tomei já de regresso à cama, com a minha série.

Nesquik, aka o meu melhor amigo para manhãs miseráveis

Estou a gostar muito desta série

Ao almoço, tive a companhia da Mariana, o que me obrigou a vestir qualquer coisa que não fosse o pijama e o roupão (mas pude guardar as pantufas!)

Coisas fofas

A nossa quiche. Tão boa que ficou!

Depois de almoço, ainda começámos a ver um filme. Quase que adormeci, mas entretanto decidimos sair e ir ao café, para aproveitar os raios de sol (enganadores, porque estava um frio de gelar).



Look de domingo
Quando voltei para casa, depois duma chávena de chocolate quente (que me soube pela vida), já estava com energia suficiente para fazer o meu treino (que tenho de fazer 5 vezes por semana). A seguir pude tomar o meu banho e voltar para o conforto do meu pijaminha.


A melhor máscara de cabelo que experimentei nos últimos tempos

E pronto, assim se passou mais um fim-de-semana: na preguiça total.


E o vosso fim-de-semana, como foi? Alguma coisa de excitante? Contem-me tudo (=




quinta-feira, 19 de novembro de 2015

... and everything nice

Acho que este blog estava a precisar duma onde de boa disposição (assim como eu).

A verdade é que o fim de semana que passou teve tanto de dramático como de bom. O meu namorado esteve cá e, uma vez que temos mesmo pouco tempo para estarmos juntos, tentamos sempre aproveitar o melhor possível. Sábado foi o dia em que ele chegou e foi um dia demasiado longo e cansativo. Estávamos em Paris, na Gare de l'Est à espera do comboio, quando a polícia começou a fechar a gare por suspeitar dum carro que estava estacionado à porta. Acabou por não ser nada, o comboio atrasou-se imenso, acabou por ser suprimido e chegámos a Troyes mesmo muito tarde. Foi um dia terrível mas, pelo menos, foi um dia que já passámos juntos.

Domingo estávamos já de volta à tranquilidade de Troyes e começámos, finalmente, a relaxar. Fomos almoçar com a Isabel e a Mariana e de tarde viemos para casa, ver filmes antigos do 007, dormir a sesta e comer coisas boas. Tempos de stress pedem doses extra de açúcar. 




Éclair de praliné, pain au chocolat e chá de pêra e chocolate


Para segunda não tínhamos planos. Acordámos tarde, fomos almoçar paninis ao café em frente à minha casa e passámos uma tarde nas compras. Comprei o guia para a nossa viagem de Dezembro (guardo um guia e um íman de frigorífico por cada viagem que faço, paranóias minhas) e fui à Yves Rocher perder-me na colecção deles de Natal. 



Gel de banho de baunilha e especiarias e gel de banho de laranja confitada e canela. Perfeitos.


Para o jantar, fiz gnocchi com salsichas, molho de tomate e parmesão. E comemos um balde (mini balde, vá) de mousse de chocolate.



"A incrível mousse de chocolate de leite". Muito boa.


O meu namorado fez anos no fim de Outubro (32!) e, como prenda, tinha-lhe comprado bilhetes para subirmos à Torre Eiffel. Segunda-feira tínhamos visto que tinha sido reaberta ao público e ficámos todos contentes. Terça lá nos metemos outra vez num comboio com destino a Paris.



Look para a viagem

Os brincos mais lindos do mundo, que o meu namorado me deu nos anos e que ainda não tinha mostrado.


Chegámos a Paris e fomos directamente para o hotel. Era um hotel bastante bom, com uma das camas mais confortáveis em que alguma vez dormi. A decoração era um bocadinho sóbria demais, mas gostei muito na mesma.



Casa de banho

Quarto

E mais quarto

Depois de almoço, apanhámos o metro. Destino: Torre Eiffel. Surpresa, surpresa: estava fechada. Estava fechada e não havia sequer uma porcaria dum guichet aberto para uma pessoa pedir informações. Nada. Acabou por ser um segurança a falar comigo e a dizer para eu ir ao site pedir o reembolso dos bilhetes. Fiquei mesmo triste, a prenda de anos para o meu namorado, na qual tinha pensado com tanto carinho, puf, por água abaixo.


Tivemos mesmo que ficar pelo piso térreo =P

Não nos quisemos dar por vencidos e, portanto, fomos pregar para outra freguesia: as Galerias Lafayette. 




Capuccino e chocolate quente no Trocadéro

Decoração de Natal das galerias Lafayette

O tecto das galerias. Lindo.

Uma das montras, com figuras do Star Wars feitas de Lego



Et voilá, ainda fomos espreitar a Ópera de Paris antes do jantar. E, à noite, os Campos Elísios e o Arco do Triunfo.




Ópera
Arco do Triunfo e eu, com dores nos pés de tanto andar

Quarta foi o dia da despedida. Eu voltei para Troyes e ele para Portugal. É sempre um dia bastante triste mas, apesar da distância, nunca passamos mais de 4 semanas sem nos vermos. O que já é bastante, mas podia ser pior. 

Já voltei ao trabalho e à minha rotina. Estou bastante cansada depois destes dias. Foi por isso que achei que hoje era um bom dia para dar uso à bath bomb da Lush (Shoot for the Stars) que comprei na minha ida às compras a Paris e fiquei tão rendida que decidi partilhar esta informação inútil convosco. Nunca tinha usado nada da Lush e posso afirmar que estou fã.

A minha bath bomb Shoot for the Stars

Pormenor da água "in the making"

O resultado final: uma banheira de água azul escura cheia de pontos brilhantes, tal como um céu estrelado (e com um cheirinho fantástico)






quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Shopping in Paris

Há já muito tempo que eu e a Isabel andamos a falar duma ida a Paris para fazermos umas compras. Aqui por Troyes temos lojas, mas não são muitas nem muito grandes, portanto, a oferta torna-se bastante limitada. 

Falávamos sobre isso e adiávamos e... hoje foi o dia. Apanhámos o comboio de manhã e lá fomos nós para a capital. Passámos um dia que me soube pela vida. 

Não morro de amores por Paris, muito menos pelo metro. Chego sempre a casa com a impressão de que preciso de um banho em lixívia e de me esfregar com palha de aço para conseguir tirar toda a sujidade que se entranhou em mim. Mas pronto. Tenho que admitir que, mesmo assim, é uma cidade bonita (se conseguirmos fazer o grande esforço de ignorar a sujidade) e com lojas fixes por todo o lado.

It's been a while since me and Isabel have been talking about a trip to Paris to go shopping... Here in Troyes we do have some stores, but they are not many and the offer is quite limited.
So today was the day. We hopped on a train early in the morning and we went straight to the capital.
I don't really love Paris, especially the subway. I always come home feeling that I need to take a bleach bath to be able to clean myself. But even I have to admit it's a beautiful city (if you can overlook all the dirt) with cool stores in every corner.


O resultado final


Camisolas de Promod

Mala da New Look

Cachecol da New Look

Botins e gola da Pimkie

Casaco da Mango (há algum tempo que o tinha debaixo de olho)

Bath bombs da Lush, verniz castanho da New Look e verniz dourado e creme de mãos de baunilha e especiarias da Yves Rocher