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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Pedaços de fim de semana #7

Este fim de semana foi toda uma roda viva.

Sexta à noite chegou a nova portuguesa (bem-vinda!!!), portanto, tive direito a jantar com ela e com os pais (coisa soft que estávamos todos cansados, eu de trabalhar e eles da viagem). Acho que ela se vai dar bem por aqui e, aos poucos, a nossa família portuguesa está a crescer!

Sábado foi dia de ginásio, compras (depois publico fotos) e de festejar o Halloween, que é como quem diz ir para casa da Isabel, comer tostas mistas e cupcakes (que ela e a Cláudia fizeram, sob a minha supervisão, óbvio) e adormecer 15 minutos depois de ter começado o filme (que nem sequer era de terror). Somos umas meninas. Antes de meia-noite já estava de pijama, a roncar em vale de lençóis.

E pronto, falta falar de domingo, o dia do almoço oficial de boas-vindas à Mariana, a nossa nova residente, onde me fartei de comer coisas boas. A melhor de todas? O bolo que me fizeram (mais uma vez, as chefes de serviço foram a Cláudia e a Isabel) para festejar os meus anos (receita aqui) que, além de ser óptimo, estava lindo. Obrigada a todos os que participaram, no bolo e na minha prenda! Sou uma sortuda, a verdade é essa.

Ficam as fotos.


Cupcakes

O bolo de anos mais fofinho da história dos bolos de anos

Fiquei apaixonada pelo meu bolo

Look de domingo
O filme escolhido para sábado à noite. Não sei se é bom ou mau, porque se, ao todo, tiver visto 30 minutos é muito

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Virar a página

 Olá!

Bem, isto anda difícil por estes lados, a inspiração para escrever não tem sido muita. Há alturas assim, em que está tudo simplesmente bem (ou mal) e achamos que não temos nada para dizer ao mundo. Hoje, resolvi que ia aproveitar a folga (a única desta semana... *snif*) e escrever. Não sei o que vai sair daqui, acho que vou limitar-me a divagar e só espero não vos aborrecer demasiado.


Já há ligeiramente mais de quatro anos que deixei de ser estudante. No entanto, Setembro continua a ser, para mim, o início dum novo ano (eu sei que estamos em Outubro, mas não sejam picuinhas, está bem?). Ainda por cima, coincide com o meu aniversário e isso é, efectivamente, o fim de mais um ano e o início do seguinte (palmas para mim pela conclusão brilhante). 

Resolvi que estava, portanto, em boa altura de fazer um ponto da situação. 

Os meus 26 anos foram passados em França. Já vivia cá quando os atingi e por cá continuo agora que acabaram. Apesar de tudo o que isso possa ter de difícil e de triste, acho que foi um ano muito positivo. Foi um ano que marcou uma grande mudança a nível profissional, com o ritmo de trabalho a aumentar (se calhar agora até está demais, mas pronto, não nos vamos queixar porque a conta bancária agradece), em que consegui melhorar e estabilizar a minha situação financeira e em que praticamente tudo se desenrolou tranquilamente. Fiz algumas viagens (Praga, Londres, Bruxelas, Paris e Madeira) das quais guardo muito boas recordações e sinto que não sou a mesma pessoa que era há um ano atrás, sinto-me mais de bem com a vida.

Nem tudo foi um mar de rosas, no entanto. Comecei o ano com uma mononucleose que me deixou KO durante meses, com vontade de me enrolar no chão a um canto e morrer (quanto mais não fosse de auto-comiseração). Apesar de estar doente e de me sentir constantemente exausta, continuei a ir trabalhar (até porque só ao fim de sensivelmente 3 meses depois de ter ficado doente, é que tive direito a um diagnóstico), às vezes com muito esforço para arrastar os pés, às vezes depois de ter passado uma noite acordada a vomitar e às vezes com a sensação de ter sido atropelada por um camião. Podia ter metido baixa? Podia. E devia. Mas só pensava na confusão que ia ser para a clínica se eu não aparecesse. Maldito amor à camisola. Lá para Maio vi-me, finalmente, livre deste problema. Mas, mesmo saudável, todos os dias continuaram a ser uma batalha emocional entre o que tenho aqui e o que deixei para trás. 

No final de contas, pesando tudo o que foi bom e tudo o que foi mau, a conclusão a que chego é que foi um ano muito positivo. Reflectir (não, ainda não aderi ao novo acordo ortográfico) em tudo isto resultou que ando numa fase muito boa, cheia de motivação para mais um ano e que espero que seja só tão bom como o que passou. Não preciso que seja melhor. Só igual.




Troyes. Ainda era uma recém-chegada quando tirei esta foto.

Hmmm... não me estou a lembrar de onde tirei tirado esta foto. Talvez Torre Eiffel, em Paris?

Não, não estou a segurar um balão vermelho.

Praga by night.

Eu, em Praga, feliz da vida.


Londres seria a cidade perfeita, se não tivesse um clima de merda porcaria.

O Big Ben, tão fofinho.

Bruxelas. A cidade com mais gauffres e chocolates por metro quadrado.

Fui feliz em Bruxelas (e não voltei diabética porque foram só três dias).

Madeira!


Porto Santo! Quero muito voltar!

E mais Madeira (=

sábado, 3 de outubro de 2015

27!

Dia 28 de Setembro fiz anos (palmas para mim!). 27 anos, para ser mais exacta. 
27 anos já me começa a parecer uma idade de pessoa adulta, o que me faz uma certa comichão mas, a julgar pela quantidade de facturas que pago todos os meses, acho que é oficial: sou adulta. Quando é que isto aconteceu? E pior, como é que eu não dei conta? Ainda ontem estava na escola a contar os minutos que faltavam para o intervalo (e como eles passavam devagar, uma autêntica violência) e na segunda-feira tive que ouvir a minha ginecologista a dizer "se estiver a pensar ter filhos, o momento ideal é agora" (tenha lá calma, senhora, não nos vamos entusiasmar).

Fiquei particularmente nostálgica neste meu aniversário. Tive saudades das minhas festinhas de anos, em que a minha mãe fazia comida suficiente para alimentar um exército durante 1 mês, com cubinhos de gelatina em formas de papel, mousse de chocolate, pães de leite com fiambre e queijo e tigelas com batatas fritas (tudo super saudável, portanto).Tive saudades de não saber o que era ter responsabilidades que fossem para além da escola e das regras de boa educação. Mas pronto, parece que isto do tempo é assim que funciona: o estupor passa sem nos pedir licença. 

Fora estes meus devaneios, posso dizer que foi um aniversário muito calminho, as prendas foram poucas e boas e os bolos foram muitos e bons. Além disso, só tenho a acrescentar que fiquei ligeiramente demente depois de ter atingido os 27 anos e que ando numa fase em que me esqueço de tudo e mais um par de botas, a começar pelas chaves da clínica que ficaram em Portugal (o que dá imenso jeito, tendo em conta que a clínica é em França). Já fui à farmácia hoje comprar vitaminas, que diz quem percebe do assunto que isto é só cansaço.



sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Malas feitas

Eu sei que ando a falhar. Eu sei que ando a escrever muito pouco, mas há fases assim, em que há muito para fazer e pouco para dizer.
A vida aqui por Troyes anda uma animação. Entre pessoas a chegar, pessoas a ir embora, trabalho a duplicar e tempo livre a subtrair, não tem sobrado energia para grande coisa. Isso a juntar ao frio que já veio para ficar (e para piorar visivelmente a cada dia de passa) resulta em negligenciar a escrita.

Amanhã parto, mais uma vez, rumo a Portugal. Rumo a casa. Já fiz a mala, está tudo em ordem e, portanto, obriguei-me a mim mesma a sentar-me uns minutos à frente do computador para vos escrever qualquer coisa (e, também, porque tenho que esperar que o verniz das unhas seque antes de poder ir para a cama, ou é o desastre total). Vai ser mesmo só para escrever "qualquer coisa", para não ficar com sentimentos de culpa de abandonar o estaminé durante tanto tempo. Já sei que em Portugal o tempo para vir aqui vai ser zero, especialmente, porque vou ter um super aniversário para festejar (o meu, para o caso de restarem dúvidas). A inspiração anda pouca e a preguiça anda muita. Deve ser o peso dos 27 que estão a chegar. Ai ai, tempo, quando é que vais deixar de correr tão depressa? Não que a idade me traumatize. São 27 no papel e 18 dentro da cabeça (18 foi um número estrategicamente escolhido porque, parecendo que não, poder conduzir e votar são coisas assim a puxar para o importante), mas às vezes olho para trás e ponho-me a pensar em como é que cheguei aqui tão depressa, como é que 27 anos passaram sem eu sequer dar por isso. Mas, pronto, já que passaram, 'bora lá festejar.

domingo, 9 de novembro de 2014

Guess who's back

Não, não morri. Andei só um bocadinho desaparecida. O meu namorado fez anos no dia 27 (31! Está a ficar velhinho, o senhor) e eu tinha organizado uma viagem a Praga com ele, para festejarmos e para, finalmente, eu ter uma semana de férias (demoraram 3 anos, mas as minhas primeiras férias chegaram). Foram 5 dias espectaculares e depois ele ainda ficou comigo aqui em Troyes mais uns dias e, pronto, está explicada a minha ausência.
Claro que, sendo uma viagem feita por mim, não faltaram contratempos. O comboio para Paris atrasou-se, o hotel onde íamos ficar teve uma inundação e mudaram-nos para outro, a minha mala ficou perdida no aeroporto de Paris e só chegou ao hotel (que era em Praga, caso ainda houvessem dúvidas) à noite e, claro, voltei a ter problemas com a SFR. Viva a eficiência francesa. Mas pronto, apesar de tudo, foi espectacular. O hotel para onde nos mudaram era óptimo, esteve sol o tempo todo (mas frio, muito frio), foram dias cheios de passeios, chávenas de chocolate quente e sopas goulash. Deu para dormir, comer, passear, namorar... foi perfeito. Mas, pronto, agora é preciso voltar a trabalhar. Deixo-vos algumas fotos e aproveito para desejar um bom domingo a todos.


Vista para o castelo e para a catedral


Eu a fazer fotossíntese na colina de Petrin


Relógio astrológico 


Praça da cidade velha


Sopa goulash


Homens e mapas... not a good combo


Vista da cidade

domingo, 12 de outubro de 2014

Prendinhas!

Olá, gente boa! O prometido é devido, por isso  cá  ficam as fotos de algumas  das  prendas que recebi  no meu  aniversário. O último festejo foi ontem, com a "família" de Troyes, com direito a risotto de gambas, bolo de praliné de  chocolate e champanhe rosé, tudo maravilhoso.



Acho que isto vai ser muito útil para  as tardes de trovoada, que abundam por aqui



A minha  mantinha cutxi cutxi 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Mais um ano...

E, pronto, cá estou eu de volta a França, mas desta feita, com mais um anito em cima do lombo. 26. Já começa a parecer idade de pessoa adulta e (minimamente) responsável.
Só minimamente? Sim, só minimamente. E acho que isso se pode confirmar pelas peripécias que tive com esta minha mini-viagem a Portugal. 
Ora, no sábado saí eu muito contente do trabalho: era cedo, estava sol, ainda vim a casa almoçar, peguei na minha mala (que não iria pesada, não tivesse eu comprado mais de 30 tabletes de chocolate para distribuir pela família e amigos) e toca a marchar para a estação. Cheguei lá com mais de meia hora de antecedência e fui sentar-me no cubículo envidraçado sala de espera da Gare de Troyes com o meu livrito (em francês, para me misturar com os nativos). Cinco minutos depois, chega uma senhora com uma criancinha. A senhora senta-se, muito confortavelmente, e saca do telemóvel; a criança alapa-se num canto, com um ar muito amoroso. Estava eu, precisamente, a pensar no quão amoroso parecia o menino, quando ele desata a gritar a plenos pulmões "NE PAS TOUCHER" e outras frases em "criancês" que eu não consegui decifrar. E assim passou 20 minutos: aos gritos por razão nenhuma. E a mãe? Pois, a mãe estava ocupadíssima a jogar Candycrush e há que deixar o menino fazer o que quer: ele virou as malas das pessoas ao chão, gritou, deu murros às paredes, andou a correr por cima dos pés de toda a gente e a mãezinha? Era duma paz de alma que só visto. Houve uma senhora que, do alto dos seus cabelos brancos, ainda o mandou calar com um ar bastante ríspido, mas está bem, abelha. Isto da autoridade, claramente, era uma coisa que não assistia àquela criança. Já estava eu a ferver e com vontade de lhe dizer "havias de ser filho da minha mãe que tu vias já o que era bom para a tosse!" quando me resolvi a pegar na minha malita e a mudar de poiso. Entrei no comboio, tranquila da vida, com o tempo todo controlado, chego a Paris, marcho para a Gare du Nord (só o sítio mais detestável e mal cheiroso do mundo), entro no RER e suspiro de alívio: ia chegar cedo ao aeroporto. Era só tentar respirar o mínimo possível pelo nariz e tudo havia de correr bem. Pois. Nunca poderia ser assim tão fácil. O RER pára na primeira estação a seguir à Gare e soa um aviso de que a circulação tinha sido cortada nos dois sentidos e que não íamos voltar a andar durante, pelo menos, uma hora. Comecei a hiperventilar. Lá saí do RER, numa estação que não conhecia, com gente por todos os lados, pessoas a atropelarem-se umas às outras, a correrem para a superfície para apanharem um taxi. Lá tive eu que me arrastar a pé pelas escadas (a mim e à mala), que as escadas rolantes estavam avariadas e eu já não estava em condições psicológicas de procurar um elevador. Quando cheguei à rua, o meu coração parou de bater por segundos. Senhores, que aquilo parecia o Kosovo. Era gente por todo o lado, manifestação a decorrer mais ao fundo da rua, barulho, trânsito que não andava. Encontrei um polícia e pedi-lhe para me dizer onde podia apanhar um táxi: fosse isto em Portugal e o polícia chamava ele próprio um táxi, mas aqui não. Aqui, lá fui eu e a minha mala cor-de-laranja, rua fora à procura dum dito cujo. Todos ocupados. E parados no trânsito. Comecei a sentir-me mal, literalmente. No meio daquela multidão, do calor, da gente que se atropelava por todos os lados, comecei a ficar com falta de ar e a pensar que ia perder o voo. Bati à porta dum restaurante, que estava fechado, e o senhor que estava a limpar copos atrás do balcão veio abrir-me a porta. Mal ele pergunta se está tudo bem, começo eu a chorar como uma Madalena arrependida e a pedir-lhe para, por todos os santinhos, me chamar um táxi que eu só queria chegar a casa para me cantarem os parabéns. O senhor chamou-me um táxi, deixou-me ficar no restaurante à espera, chegou o táxi e, 50€ e 45 minutos mais tarde, já eu estava no aeroporto, a tempo de apanhar o meu voo.
Os dias em Portugal foram muito bons: só miminhos e comidas boas, prendas de anos (muita roupinha nova, que depois mostro, livros em português, tal como eu tinha pedido, e um super tablet que o meu namorado me deu), muito sol e esplanadas. Cada vez acho Portugal mais bonito. 
Como tudo o que é bom dura pouco, chegou rapidamente o dia de voltar, que foi hoje. Nada de dramas, nada de atrasos, tudo nos conformes. Mas, quando saiu da Gare du Nord para ir até à outra gare, onde apanha o comboio para Troyes, aqui a querida e fofa meteu-se por uma rua que não era a do costume. Eu achava que, mesmo assim, estava na direcção certa mas, como eu sou a desorientação em pessoa, decidi que era melhor perguntar a alguém. "Toda a gente nesta rua tem um ar um bocado esquisito", pensei eu, inocente. "É melhor entrar aqui no primeiro café que aparecer e perguntar." E entrei, toda senhora de mim mesma. Como trouxe uma mala pesadíssima (a minha mãe tem um dom para fazer malas. Cabe tudo e mais alguma coisa. Só que cabe tanta coisa que ela acha sempre que me vai dar jeito trazer mais isto e aquilo e, já agora, só mais um par de meias, que ainda tens aqui um espacinho, e eu que me lixe depois a carregar tudo), não olhei em volta para o café. Simplesmente baixei a cabeça para o chão e toca de erguer a mala com os dois braços a puxar em simultâneo para a fazer subir o degrau da entrada. Já lá dentro e a pensar "isto até correu bem" é que levantei a cabeça de repente e olhei à volta. "F***-**", foi a única coisa em que pensei. Estavam todos muito estupefactos a olhar para mim e eu muito estupefacta a olhar para eles. Onde é que eu estava? Numa casa de putas meninas, claro está, que isto comigo é assim, um sem fim de experiências. Respirei fundo e olha-que-se-lixe-agora-também-não-vou-perder-a-compostura. Lá perguntei o caminho, foram muito simpáticos e educados e eu voltei a fazer-me à estrada.
Desta feita, já estou em Troyes. E já chega de aventuras por uns tempos, que o meu pobre coração não aguenta tanta emoção junta.

sábado, 27 de setembro de 2014

Até já, Portugal!

Chegou o dia!!! É hoje que volto para casa, yupi! Podem lançar os foguetes.
Mal posso esperar por aterrar em território português! Finalmente, é hora de voltar. Por pouco tempo, mas mesmo assim. E amanhã faço 26 anos, portanto vai ser mesmo para aproveitar e festejar em grande. Peço desculpa pelo post curto e apressado, mas tenho um comboio para ir apanhar. Além disso, continuo sem internet em casa e é difícil poder vir aqui muito tempo.

Até já!!!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Eu "panico"...

... tu panicas, ele panica, nós... bem, na verdade não faço ideia se tu e/ou ele panicam mas, de facto, eu panico.
Sempre fui uma pessoa relativamente relaxada no que toca a viagens. Muito do género "duma maneira ou doutra, hei-de lá chegar". Não sei para onde é que essa minha calma foi, mas acho que me esqueci de a trazer comigo quando me mudei para França. Bolas, que me esqueço sempre de pôr qualquer coisa na mala. 
Agora, que o tempo para passar em Portugal é tão escasso e, por conseguinte, precioso, nos dias que antecedem a viagem de ida ando em pânico. Tenho medo que alguma coisa corra mal e que me impeça de ir. Só de ir, porque se me impedirem de voltar e eu tiver que passar mais um dia ou dois em casa, aí até agradecia. E, depois, anda uma pessoa a ter pesadelos com cancelamentos de voos e com ataques de choro em pleno aeroporto e chega ao trabalho e o que é que vê? Uma agenda a rebentar por todos os cantos. Não me sobram nem 5 minutos para ir à casa-de-banho. Nomeadamente, no dia 27, em que trabalho de manhã e tenho que ir apanhar um comboio à hora de almoço para chegar a Paris, onde ainda tenho uma horinha de viagem pela fantabulástica (e, acrescente-se, bem perfumada) rede de transportes públicos parisiense até, finalmente, estar no aeroporto. Este nervosismo todo não há-de ser nada bom para as rugas.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Wishlist #3

Esta wishlist é feita em modo aniversário. Do género "oh-vá-lá-que-eu-até-sou-querida-de-vez-em-quando-por-isso-sejam-lá-uns-fofos-e-ofereçam-me-qualquer-coisinha". Tudo da H&M.